O conhecimento não pode morrer!
Nos dois últimos finais de semana, tive a oportunidade de transmitir um pouco dos meus conhecimentos e da minha experiência no judô em clínicas ministradas em duas cidades do Nordeste: Crato, no Ceará; e Jupi, em Pernambuco. Crato fica colado a Juazeiro do Norte e Jupi é ao lado de Garanhuns.
Eu me surpreendi com o número de praticantes de judô existentes nessas duas regiões. Para mim foram experiências extremamente enriquecedoras porque pude conhecer a maneira como o judô se desenvolve fora dos grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro e gostei do que vi.
Foi uma grande oportunidade de passar para jovens judocas e técnicos um pouco do muito que aprendi ao longo de mais de 40 anos de prática do judô no Brasil e com treinamentos, intercâmbios e competições internacionais de alto nível.
Acho muito interessante que medalhistas olímpicos como eu possam ter a oportunidade de transmitir sua experiência aos mais jovens. Eu mesmo gostaria de estar mais próximo dos praticantes de judô de muitas cidades Brasil afora que ainda não conheço.
Ministrar clínicas é uma experiência enriquecedora não apenas para quem ouve, mas também para quem ministra. Estou amando essa nova fase da minha carreira e me preparando para conhecer novos lugares e novos amigos que, como eu, dedicam a vida ao judô.
Tive a oportunidade de aprender muito na minha carreira no judô, e transmitir essa experiência é minha missão. Afinal, o conhecimento de um campeão não pode morrer!
